sexta-feira, 30 de abril de 2010
Novo Album Do Slipknot Em 2012
Nesse video Joey Jordison e Wednesday 13 (mais gato do que antes) dão uma entrevista para o Metal Injection no Golden Gods Awards e falou sobre Murderdolls (Ja terminaram a gravação do disco novo) a turnê com Rob Zombie e sobre o lançamento do proximo album do Slipknot. (o que mais me interessa!) Espero que seja tão bom quanto o "Vol. 3 The Subliminal Verses" !
(O Que eu Mais Gosto) "All Hope Is Gone" Foi Meio Fraco !
Confira A Entrevista !
http://www.youtube.com/watch?v=AJyvnENmNtg&feature=player_embedded
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Metallica fará show extra no Brasil
Depois de confirmar a vinda do Metallica no Brasil em 2010, em Porto Alegre (28/1) e São Paulo (30/1), agora a assessoria acrescenta mais um dia na agenda da banda: dia 31/01, também em SP.
Ingressos para show extra estarão disponíveis ao público em geral a partir de 14/12.
Para este show extra, a pré-venda exclusiva para clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners acontece entre 11 e 13 de dezembro. As vendas de ingressos para o público serão abertas dia 14 de dezembro a partir da 0h pela internet (ticketmaster), a partir das 9h pelo Call Center (4003-8282), a partir das 10h nos pontos de venda espalhados pelo País e a partir das 12h na bilheteria oficial do show, localizada no estacionamento anexo do Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.981 — Santo Amaro).
O valor dos ingressos para a pista é de R$ 250,00 e para a pista vip é R$500,00. Há a opção de cadeira inferior (R$ 250,00) e cadeira superior (R$ 300,00). As arquibancadas do Morumbi também estarão disponíveis nos valores de R$ 150,00 (Arquibancada Laranja), R$ 170,00 (Arquibancada Azul / Vermelha) e R$ 190,00 (Arquibancada Vermelha Especial).
Meu Deus! eu tô DOIDA pra ir nessa p*rra!
Livro ocnta história de AC/DC
São Paulo tremeu. Os irmãos Angus e Malcolm Young & cia se apresentaram no Morumbi, em 27 de novembro, para delírio de fãs de todos os cantos do país e da América Latina. Com o estádio absolutamente tomado, o desfile de clássicos da banda AC/DC matou a saudade dos metaleiros, com direito a locomotiva de seis toneladas e ao palco de 78 metros de comprimento por 21 metros de profundidade. (foto)Não só a banda desembarcou por aqui. Acaba de chegar às terras tupiniquins o livro Let there be rock, que conta a história do grupo. Considerado australiano, o AC/DC tem cérebro escocês: os irmãos Young nasceram em Glasgow, mas migraram para Sidney, na Austrália. Essa é uma das inúmeras histórias conhecidas pela maioria dos fãs, mas o livro surpreende pela riqueza de detalhes coletados por Susan Masino, jornalista especializada em música.
A norte-americana conheceu a banda de hard rock (ou já seria precursora do heavy metal?) na primeira turnê dos caras, em 1977, nos Estados Unidos. Susan passou a acompanhar o conjunto de perto. Em 2003, reuniu parte do material e lançou Rock’n’roll fantasy: My life and times with AC/DC, Van Halen and Kiss, abordando histórias que viveu ao lado de alguns dos maiores grupos de rock do planeta. Susan também escreveu Famous Wisconsin musicians, sobre a trajetória de artistas de sua terra natal.
Em Let there be rock, o leitor fica sabendo, com minúcias, do que ocorreu desde a entrada do vocalista Bon Scott na banda, em 1974, à morte dele, em 1980. Com a saída de Dave Evans (não por vontade própria), Angus e Malcolm começaram a procurar alguém à altura para assumir os vocais.
Segundo a autora, Scott chegou a ser erroneamente confundido com motorista do AC/DC. Mas ele fora recomendado pelo cantor Vince Lovegrove. Susan lembra que o experimentado vocalista já havia dividido o microfone da banda The Valentines com o próprio Vince. Os irmãos Young acharam os 28 anos do rapaz um tanto quanto avançados para eles – na época, Angus tinha apenas 19.
Quando o candidato começou a cantar, não teve jeito. Ronald Belford Scott ficou no AC/DC de 1974 a 1980. Foi o vocalista dos discos High voltage (versão australiana, de 1975), T.N.T. (1975), High voltage (versão internacional, de 1976), Dirty deeds done dirt cheap (versões australiana e internacional, de 1976), Let there be rock (versões australiana e internacional, 1977), Powerage (1978) e Highway to hell (1979).De 29 a 31 de agosto de 1977, Gene Simmons, baixista do Kiss, viu os rapazes tocando em West Hollywood, na casa Whisky-a-Go-Go, e os convidou para abrir um show de sua banda. No mesmo ano, eles haviam participado de apresentações de Johnny Winter e .38 Special.
Susan narra os bastidores das gravações de Highway to hell, álbum clássico da banda. Antes do lançamento, ela abriu shows do UFO, fazendo mais sucesso que a atração principal, e do The Who. Também subiu ao palco com Scorpions, Cheap Trick e The Doobie Brothers.

Morte Em 1980, a tragédia: Bon Scott foi encontrado morto dentro de um carro. O atestado de óbito indicou envenenamento agudo por ingestão de álcool e morte acidental. O vocalista teria se afogado no próprio vômito. Foi um enorme choque para a banda, mas Angus, Malcolm, Phil e Cliff continuaram. Susan relata as gravações de Back in black, álbum apontado como divisor de águas na história do rock. Foi o segundo disco mais vendido na história dos Estados Unidos. Brian Johnson já havia assumido o microfone.
Todos os capítulos do livro são batizados com nomes de canções do AC/DC. O volume traz farta exposição de fotos e discografia completa, com relação de singles lançados nos Estados Unidos, na Austrália e na Grã-Bretanha, além de álbuns de estúdio, vídeos e DVDs. Let there be rock, segundo a autora, é um livro de fã para fã. Ou seja: leitura obrigatória para quem já conhece ou deseja se inteirar da história do AC/DC.
NO PALCO
Formação atual
• Brian Johnson - vocal
• Angus Young - guitarra solo
• Malcolm Young - guitarra base e backing vocal
• Cliff Williams - baixo e backing vocal
• Phil Rudd - bateria e percussão
Ex-membros
• Dave Evans - vocal
• Bon Scott - vocal
• Mark Evans - baixo e backing vocal
• Simon Wright - bateria e percussão
• Chris Slade - bateria e percussão
CURIOSIDADES
• Em março de 2003, AC/DC entrou para o Rock and Roll Hall of Fame. Tocou dois clássicos na cerimônia: Highway to hell e You shoock me all night long, com a participação mais que especial de Steven Tyler, do Aerosmith, nos vocais.
• Em 1º de outubro de 2004, a Rua Corporate Lane, em Melbourne, na Austrália, foi batizada ACDC Lane. Em 2000, a banda já dera nome a uma rua da cidade espanhola de Leganés.
• AC/DC vendeu 69 milhões de discos nos Estados Unidos. É a quinta banda em vendas do país e o 10º artista no ranking ianque, superando Madonna e Michael Jackson.
• AC/DC veio ao Brasil pela primeira vez em 1985. Em 15 e 19 de janeiro, eles se apresentaram na primeira edição do Rock in Rio.
DEU CHOQUE
O nome da banda surgiu quando Margaret, irmã de Angus e Malcom, não gostou da ideia de batizar o grupo como Third World War (Terceira Guerra Mundial). Ela sugeriu AC/DC, como estava escrito atrás de sua máquina de costura (alguns garantem que era o aspirador de pó). Sugestão aprovada, pois as quatro letrinhas sugeriam eletricidade e força.
Detalhe: o nome costuma ser atribuído à lenda da preferência bissexual dos músicos, pois remete ao fato de o aparelho elétrico poder ser ligado em duas formas diferentes de corrente elétrica. Assim como o Kiss, cujo nome foi ligado a práticas demoníacas por fanáticos religiosos, com o AC/DC não foi diferente.
Chegaram a associar a sigla a anti christ/ devil’s children (anticristo/ filhos do demônio), ligando a banda ao satanismo. Os músicos esclarecem: AC/DC quer mesmo dizer alternating current/ direct current – em português, corrente alternada/ corrente contínua.
Turnê do Guns N' Roses no Brasil vai passar por 5 capitais

A empresa Time for Fun anunciou ontem cinco shows no País, em março, do grupo norte-americano de hard rock Guns N’ Roses. Eles tocam nas cidades de Brasília (dia 7), Belo Horizonte (dia 10), São Paulo (dia 13), Rio de Janeiro (dia 14) e Porto Alegre (dia 16).
As vendas para o primeiro show, em Brasília, começam no dia 11 de janeiro (para clientes Cibibank e quem tem cartões de crédito Diners). Em São Paulo, a pré-venda começa no dia 20 e a venda para o público em geral no dia 27 de janeiro. Os locais dos shows ainda estão em negociação, segundo a Time for Fun.
É o primeiro show do Guns N’Roses no Brasil em 9 anos (a banda esteve no País para o Rock in Rio 2001). Eles reiniciam a turnê mundial do disco "Chinese Democracy" no dia 13 de janeiro em Winnipeg, no Canadá. O excêntrico Axl Rose, o vocalista e compositor, é o dono do Guns N’ Roses. Mas a banda que volta após 8 anos, quanta diferença. Os guitarristas Robin Fink (do Nine Inch Nails) e Buckethead foram trocados por DJ Ashba e Bumblefoot. O baterista Brian Mantia (ex-Primus) foi trocado por Frank Ferrer. E foram incorporados ao grupo o "multi-instrumentista" Chris Pittman e o violonista Richard Fortus. Daquele Guns que esteve aqui há 8 anos, retornam o baixista Tommy Stinson e o tecladista Dizzy Reed.
Axl Rose é uma espécie de Michael Jackson caucasiano recluso que não dança, só corre. Também tem um coté João Gilberto - deu "cano" em diversas apresentações ao longo da carreira, o que incluiu o Rock in Rio Lisboa de 2006. Está em turnê promovendo o disco "Chinese Democracy", que levaram 13 anos para concluir (há 8 anos, no Brasil, o Guns já tocava faixas do álbum). A banda, segundo sua assessoria, vendeu cerca de 100 milhões de discos em todo o mundo (43 milhões só nos Estados Unidos). Lançado em novembro de 2008, "Chinese Democracy" veio 18 anos depois do disco anterior do Guns, e chegou ao topo das paradas - mas foi visto com reservas pela crítica.
Segundo a produção, além das composições inéditas, o show promete clássicos do Guns, como "Sweet Child o Mine", "November Rain", "Welcome to the Jungle", "Don’t Cry" e a cover de "Live and Let Die", de Paul McCartney e The Wings, que foi tema de James Bond e foi regravada pelo Guns em 1991. O primeiro show no Brasil foi em 1992. A turnê "Chinese Democracy" começou em Taiwan e percorre Coreia do Sul, Japão, Canadá e América do Sul.
O álbum de estreia do Guns, "Appetite for Destruction", de 1985, foi considerado um dos 20 melhores álbuns daquela década em lista da revista "Rolling Stone". Fez história no rock com sua mistura de heavy metal setentista com punk, e baladas ácidas, tipo "Sweet Child O' Mine" e "Welcome to the Jungle".
Ahhhhhhh! Eu quero iiiiiiiiiiiiir!!!!!!!!!!! (É a Amanda que tá falando, viu?)
Árvore Genealógica do Rock

Rockabilly
O irmão mais velho. Outro que é apaixonado por dançar. Antigamente, andou muito com o segundo mais velho, o Rock Pop. Adora topetes, calças boca-de-sino, óculos escuros coloridos, brilhantina e coisas bregas em geral. Fez muito sucesso com a mulherada na juventude, mas agora é um velho gordo.
Rock Progressivo
Carinhosamente apelidado de Prog, ele é um caso a parte. Correm boatos de que ele é filho de um caso da Sra. Blues com o Sr. Jazz, o que ficou ainda mais sério quando ele começou a fazer acrobacias. Muito exibicionista, adora mostrar as loucuras que consegue fazer, apesar de que, de vez em quando, as pessoas se irritam por que ele fica muito tempo fazendo, ou faz coisas chatas, só por que é difícil. Mas é um cara muito legal, quando para com o exibicionismo puro.Hard Rock
Meio revoltado, meio dançante. Quanto a esse, não restam dúvidas que veio dos Blues. Ele também AMA penduricalhos, bandanas, lenços, maquiagem, cabelos bufantes e vive fazendo poses meio homossexuais, mas não é gay. Um pouco esquentadinho também. Conta-se que na adolescência usou e abusou das drogas e era meio ninfomaníaco. Casou-se e teve dois filhos: o pródigo Heavy Metal e o caçula Punk Rock.Punk Rock
Muito revoltado, e muito relaxado também. Tentou ser igual ao pai, mas não conseguiu e se frustrou, vindo daí sua revolta. É muito fraquinho, raquítico. Não se importa com nada, mas vive falando de igualdade, vive defendendo ideais comunistas. Bebe mais que carro a gasolina com o tanque furado. A casa dele é uma bagunça, principalmente a COZINHA, que é muito tosca, tudo meia-boca. Teve dois filhos com a namorada, chamados de Hard Core e Grunge. Acha que um dia vai mudar a sociedade.Hardcore
Menino meio maluco, vive correndo pela casa, não para de correr. É um pouco mais organizado na cozinha do que o pai, mas também é fraquinho. É surfista e skatista também. Quando está meio EMOtivo, passa o tempo todo reclamando da namorada que corneia ele todo dia. Teve um filho com a namorada, o Emocore.Grunge
Ele é meio tristonho, meio emotivo também.Vive reclamando da vida.Esse é o mais sujinho e fedido, o seu cabelo é escorrido e sebento. Está na puberdade, por isso sua voz dá umas desafinadas às vezes. Ele costuma agir de maneira suicida. Menino estranho, esse.Emocore
Esse é o adolescente mais depressivo e chorão, e se diz Homossexual. Ele não herdou absolutamente nada de sua família, principalmente do vovô e da vovó Blues.É magrelo e raquítico, e sempre apanha na escola e é o rejeitado da família, ninguém gosta dele, nem o próprio Hardcore, é rejeitado principalmente pelo Heavy Metal e seus filhos. O único da família que fala um pouco com ele é o Rock Pop.Heavy Metal
Ele é muito forte e bem pesado. Bebe ainda mais que o Punk. Gosta de falar de mitologia nórdica e ocultismo, mas é bem cabeça aberta, dá para falar com ele de tudo: política, amor, humor, da vida... Reza a lenda que ele tem pacto com o diabo, mas isso é mentira. Adora roupas de couro e spikes. Dizem que ele é o que o Punk sempre quis ser. Tem uma voz grave, mas quando grita fica um pouco agudo. Tem fama de malvado, mas não é... Só quando está de mau-humor. Quando está de bom humor pode ser o cara mais engraçado do mundo. Gosta de cabelos compridos e de exibir os músculos às vezes. Não gosta muito de ir à Igreja. Acho que é daí que vem sua fama de anticristo... ainda mais quando ele começa a tirar sarro da cara dos sacristões, e eles levam a sério! Gosta de andar de motocicleta, e é mecânico. Tem uma Harley Davidson. Teve vários filhos: Thrash, Melódico, Prog Metal, Death, Black, White, Doom, Gothic, que são muito unidos (com exceção do Black e do White, que nunca se entenderam) que vivem fazendo trabalhos em cooperação.Trash
Mais ágil que o pai, trabalha de ajudante de pedreiro, sendo mais forte. Um pouco violento de vez em quando, mas também é muito engraçado quando quer. Quando era pequeno engoliu uma escova de cabelo e desde então sua voz nunca mais foi a mesma.Melódico
Prog Metal
Costumava andar com o tio Prog, e aprendeu muitas manobras e acrobacias, e espera ser artista de circo também, mas não consegue fazer tudo por que é mais gordo, mais pesado, e tem o mesmo problema com exibicionismo.Os irmãos Death e Black
Figuraças. Sabe os irmãos caverna? São iguaizinhos. São tão parecidos, que só dá pra distinguir quando o Black está de maquiagem, ou quando está mais enfeitado. Ninguém entende muito o que eles falam. Acredita-se que tenham uma linguagem própria. Mas sabe-se que quando o Black abre a boca é pra mandar Deus pr'aquele lugar, e dizer que o Diabo é o senhor dele. Trabalha com confecção de velas. O Death é meio estranho, trabalha de legista. Das vezes que se entendeu o que ele disse, ele só falava de como as pessoas morriam. Acho que o emprego dele o deixou meio neurótico. Gostam muito do Thrash. O Death costuma falar com o White às vezes, mas o Black nem chega perto. São muito violentos e estouradinhos. O Black é muito frio também, não tem pena de ninguém, e vive mutilando animais.White
Indo na contra-mão do pai, é extremamente religioso. Detesta o Black, mas consegue conversar com o Death, e eles até trabalham juntos de vez em quando. Na Igreja do White, é claro. Seu único problema é que, para tentar parecer mais cristão, esquece que nasceu em uma família de peso, fazendo jejuns muito grandes e ficando muito leve.Doom e Gothic
Outros muito parecidos. Só dá pra perceber a diferença por que o Gothic é mais calminho e vive bem equipado com coisas eletrônicas, enquanto o Doom às vezes lembra o Death, em alguns traços. Vivem reclamando da vida, falando de como sofrem... De como a vida é um inferno... Parecem um pouco com o Grunge quando começam a falar, mas diga isso pra eles e veja o que sobra de você! O Gothic gosta de coisas eletrônicas e trabalha consertando equipamentos e tem um timbre de voz ultra grave, mas só fala sussurrando. O Doom trabalha de coveiro.Ah! Existe um cara aí dizendo que pertence a essa família, mas todo mundo sabe que ele só quer ter o sobrenome Metal por dinheiro. Ele é tão porco que às vezes lembra o Punk, é mais desafinado que o Grunge, e só é pesadão, mas não se alimenta bem, vive de porcaria. Conhecido como New Metal. Para se ter uma ideia, ele anda com um carinha muito chato chamado Hip-Hop!
Fonte: Desciclopédia
domingo, 20 de dezembro de 2009
Explicando...
Tudo começou com uma ideia doida pelo MSN de duas garotas (as da foto aí do perfil) simplismente MALUCAS pelo bom e velho Rock N' Roll.
Decidimos montar um blog. A questão seria: falar sobre o quê? Teríamos que falar sobre algo que nós gostássemos e que as pessoas (ao menos a maioria) gostassem também.
Quem em sã consciência odiaria o Rock? Ninguém!
Então aqui você querido(a) fã de Molejão; Exaltapagode; Sorisso Moleque; Jeito Maroto, entre outros, não vai achar conteúdo sobre esses artistas. A não ser que se, por milagre, eles lançem um álbum de Heavy Metal.
Deu pra sacar um pouco sobre o que falaremos, né?
Rock, Rock, Rock... e mais Rock!
falaremos algumas bobagens, mas tentaremos colocar algum nexo com o assunto em questão (Rock).
Se quiser adc a gente no Orkut, clique aqui.
Até a próxima postagem!

